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Condições Metereológicas- 3 de Fevereiro

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê um agravamento significativo do estado do tempo em Portugal Continental nos próximos dias, devido à influência da Depressão Leonardo, com ocorrência de precipitação intensa, vento forte, agitação marítima e queda de neve.
 
De acordo com o IPMA, a situação meteorológica começou a agravar-se a partir da tarde desta segunda-feira, 3 de Fevereiro, com períodos de chuva por vezes forte e persistente. Está também previsto vento forte, com rajadas até 75 km/h no litoral a sul do Cabo Mondego e até 95 km/h nas serras do Sul.
 
Na costa ocidental, prevê-se agitação marítima forte, com ondas de noroeste até 6 metros, podendo atingir 11 metros de altura máxima.
 
Dever-se-á ter especial atenção à convergência de Marés com a agitação marítima:
 
a. Probabilidade ELEVADA de ocorrências com erosão costeira.
b. Probabilidade ELEVADA de galgamentos do mar na via pública.
3/02/2026, 03:20 3.3 Preia-Mar
3/02/2026, 15:35 3.3 Preia-Mar
4/02/2026, 03:49 3.3 Preia-Mar
 
Segundo informação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), várias bacias hidrográficas e municípios encontram-se em risco de inundações fluviais, sobretudo nos dias 3, 4 e 5.
 
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) alerta que este quadro meteorológico poderá provocar: Inundações em zonas urbanas, devido à acumulação de águas pluviais; Cheias resultantes do transbordo de rios e ribeiras;
Deslizamentos e derrocadas, sobretudo em zonas de vertente; Piso rodoviário escorregadio, com possível formação de gelo ou neve; Risco de acidentes na orla costeira devido à forte agitação marítima; Queda de objetos e estruturas mal fixadas, provocada pelo vento forte; Desconforto térmico na população.
 
A ANEPC recomenda à população a adoção de medidas preventivas e acompanhar as informações meteorológicas e seguir as indicações da Proteção Civil e das Forças de Segurança.
 
A população deve manter-se atenta às atualizações disponibilizadas pelo IPMA, pela Agência Portuguesa do Ambiente e pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, bem como às recomendações da Direção-Geral da Saúde.